Brian and David


Lançado originalmente em 1981, “My Life in the Bush of Ghosts” pode ser considerado o responsável por toda a estética que David Byrne viria a aplicar na sua então banda, Talking Heads. É um álbum experimental por assim dizer, mas que em nenhum momento cai naquela chatice conceitual artístico-babosenta que muitos gaiatos usam como desculpa quando resolvem fazer música ruim. Ao contrário disso, “Bush of Ghosts” é uma mistura sincera de ritmos, sintetizadores, percursões e recursos inteligentes de estúdio. Uma viajem sonora que, para a época, talvez não fizesse muito sentido – mesmo para os que ouviam os blips do Kraftwerk. – mas que influenciou muita gente nos anos seguintes e abriu caminho para estilos que hoje estão por aí com inúmeros seguidores e praticantes. Esta edição remasterizada conta ainda com 7 faixas extras além das originais, sem falar no site promocional que está entre os melhores que eu já vi para lançamentos do tipo.
bushofghosts.wmg.com
www.nonesuch.com





8 Comments:
Led!!
olha, ainda bem que temos uma teia de informações de bloggs de amigos com indicações confiáveis e devidamente filtradas, pois conhecemos os gostos entre si para melhor avaliarmos.
Nunca me interessei por este disco até então - "É um álbum experimental por assim dizer, mas que em nenhum momento cai naquela chatice conceitual artístico-babosenta que muitos gaiatos usam como desculpa quando resolvem fazer música ruim".
pois é...
tá na lista!
e estou "analisando" o dub trio e o the knife. Do primeiro eu ainda estou no começo, do segundo, ESTOU PIRANDO!
abração!
Seu vazio está cada vez mais cheio!
Má heim, vc sempre me surpreende...
My kife..., vc?
Só um adendo:
Antes deste disco, as cabeças já tinham lançado 77, Fear of Music, More Songs about Builds and Food e Remain in Light, que eu acho incríveis, todos. Os 3 últimos inclusive foram produzidos pelo Eno, pelo que lembro. Por isso vou ter que discordar de você quando diz: "Lançado originalmente em 1981, “My Life in the Bush of Ghosts” pode ser considerado o responsável por toda a estética que David Byrne viria a aplicar na sua então banda, Talking Heads." A parada já estava rolando desde antes. Amo o Eno, mas eram muitas cabeças pensando, e o Byrne é um cabeção! E o Chris Frantz, minha super baixista Tina Weymouth e o Jerry Harrison?
Desculpa a empolgação. É só ver o Stop Making Sense pra pensar se uma das melhores coisas do mundo não seria ser um deles durante aquela turnê. Diversão pura.
Bjo Lediauros, e eu sou uma chata né?
:j
Né chata não, na verdade vc tem razão, o lance já tava rolando mesmo! é que o 'Speaking in Tongues', que veio logo em seguida deste, me sevrviu como referência neste comentário. E o 'Stop Making Sense' é foda demais, dirigido pelo mestre Jonathan Demme, fodaaaaço!
beijos pra vc!
Kalunga, tenhos gostado dos seus posts lá no Volume 4, contua essa onda aê!
Abração!
Leiiidi!!!
Dá pra ficar um bom tempo lendo seus posts...é muita informação boa!
Abs e até o Djangou!
Led, postei sobre o The Knife no meu blogg - indicação tua, hehehehe!!
abração!
Caramba... alem de ler a revista rolling Stones, Bizz,o blog Taruira,famoso CP,uma pancada de e-mails... sempre que posso dou uma passada aqui e vejo que tá classico. Vou parar de trabalhar, podiamos ganhar dinheiro só pelo fato de estar conectado e lendo coisas na net, acho que ficaria rico
Grande abraço Led
Led... mais uma vez baxei o seu track list... a ultima musica foi a melhor Silent shout... muito bom. Estou sempre ouvindo coisas novas com vc...
Até o natal...
abs
Esquisito, dificil e.... maravilhoso esse LP.
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